
A arquitectura actual dos nossos dias procura ser o mais ecológico. A escolha de materiais alternativos revela-se inovadora. As garrafas Pet são um elemento de construção que tem vindo a ser reutilizado ainda muito em modo de experimentação para edifícios de habitação evitando os recursos naturais (tijolo). Introduzi-las na política dos 3Rs parece-me ser interessante para o caso. Este é um processo sequencial que visa à diminuição dos resíduos, um caminho para produzirmos menos lixo. Devemos então pô-los em prática aos três: Reduzir, Reutilizar e reciclar.
As garrafas de plástico representam um grave problema ambiental, uma das maiores preocupações dos ambientalistas, já que o mundo produz em torno de 7 milhões de toneladas ao ano desse plástico e cerca de 500 milhões de garrafas se transformam em toneladas de lixo, capazes de entupir bueiros, bloquear galerias pluviais e cobrir aterros sanitários. O tempo de desintegração de cada garrafa é de aproximadamente 400 anos e o número de garrafas despejadas cresce a cada ano. Ao optarmos por reduzir estas embalagens estamos a contribuir para o nosso bem-estar que têm vindo a ser ameaçado desde 1988, ano em que surgiram as garrafas pet como opção leve e barata às pesadas garrafas de vidro. Pena não terem sido na altura tomadas medidas de reutilização e reciclagem das mesmas. Apresento a seguir exemplos de reutilização e reciclagem destes resíduos sólidos.
Numa casa de 22m2 utilizaram-se garrafas cheias de areia. Trata-se de um T1 com electricidade e água canalizada. Foram utilizadas 10 mil garrafas, barro, cimento e areia na junção. Garrafas cheias de água funcionam como clarabóia, calhas em bambu fazem o escoamento das águas pluviais, os interruptores são camuflados nas tampinhas da parede, uma box de garrafas vazias garante a privacidade no banheiro. O chão foi feito em cacos de cerâmica o que garantiu um belíssimo mosaico de pedra. Em caso de incêndio a areia no interior das garrafas apaga o fogo do plástico.
Outra forma de reutilização para as garrafas é cortá-las na base e encaixá-las umas nas outras sobre um molde antes do preenchimento com argamassa e cimento fabricando deste modo painéis pré-fabricados (imagem ao lado). Deste modo as instalações hidráulicas e eléctricas são facilitadas e as canalizações são embutidas antes da finalização.
Outra função para as garrafas é a fabricação de tijolos. Combinação individual de Pet com cimento (figura em baixo). Optou-se pelas de 600 ml por serem mais compactas e resistentes. Embutindo três garrafas, monta-se um monobloco plástico que foi envolvido por uma camada de um centímetro e meio de cimento, dentro de uma forma de madeira. Revelou-se um tijolo de paredes lisas, com saliências e reentrância laterais para encaixe de outros tijolos (dispensa cimento nas ligas) e basta uma camada leve de argamassa para deixar a parede em condições de receber a pintura final.. Não pode porem ser empregue como bloco estrutural. Também não sofre nenhuma dilatação no interior do tijolo mesmo quando este é colocado à prova com maçarico a 75º, temperatura limite para despolimerização da resina. O sol não consegue propagar o calor através da parede, nem o som.
No fim de vida útil de cada habitação o betão pode ser reciclado tendo uso para betões secundários ou bases de auto-estradas etç. As garrafas Pet são totalmente recicláveis, mesmo a barreira contra o oxigénio pode ser separada do Pet até cerca de 89%. Os 11% restantes são facilmente dissolvidos no Pet em processo normal de reciclagem, podendo ser reutilizado em embalagens, produtos têxteis e na construção civil.
O método de reciclagem permite transformar plásticos em tijolos resistentes. O que consegue gerar residências resistentes ao fogo e com boa durabilidade. A máquina inventada por Gimenes, desenvolvida a partir de experimentos Belgas, permite reaproveitar integralmente todo o tipo de plásticos. Moí o plástico, que é prensado e vira matéria-prima para a fabricação de tijolos e barras de plástico duro. A seguir basta juntar as unidades como brinquedos de montar gigantes. As paredes são duplas com caixa-de-ar no meio. As paredes permitem a colocação de azulejos. A durabilidade é a maior vantagem já que o plástico dura muito tempo. Nas coberturas é possível a criação de hortas de hidroponia utilizando a água da chuva, que realimentaria o sistema. Garantindo a alimentação para os moradores e resfriaria as casas diminuindo problemas em caso de cheias.
As garrafas de plástico representam um grave problema ambiental, uma das maiores preocupações dos ambientalistas, já que o mundo produz em torno de 7 milhões de toneladas ao ano desse plástico e cerca de 500 milhões de garrafas se transformam em toneladas de lixo, capazes de entupir bueiros, bloquear galerias pluviais e cobrir aterros sanitários. O tempo de desintegração de cada garrafa é de aproximadamente 400 anos e o número de garrafas despejadas cresce a cada ano. Ao optarmos por reduzir estas embalagens estamos a contribuir para o nosso bem-estar que têm vindo a ser ameaçado desde 1988, ano em que surgiram as garrafas pet como opção leve e barata às pesadas garrafas de vidro. Pena não terem sido na altura tomadas medidas de reutilização e reciclagem das mesmas. Apresento a seguir exemplos de reutilização e reciclagem destes resíduos sólidos.
Numa casa de 22m2 utilizaram-se garrafas cheias de areia. Trata-se de um T1 com electricidade e água canalizada. Foram utilizadas 10 mil garrafas, barro, cimento e areia na junção. Garrafas cheias de água funcionam como clarabóia, calhas em bambu fazem o escoamento das águas pluviais, os interruptores são camuflados nas tampinhas da parede, uma box de garrafas vazias garante a privacidade no banheiro. O chão foi feito em cacos de cerâmica o que garantiu um belíssimo mosaico de pedra. Em caso de incêndio a areia no interior das garrafas apaga o fogo do plástico.
Outra forma de reutilização para as garrafas é cortá-las na base e encaixá-las umas nas outras sobre um molde antes do preenchimento com argamassa e cimento fabricando deste modo painéis pré-fabricados (imagem ao lado). Deste modo as instalações hidráulicas e eléctricas são facilitadas e as canalizações são embutidas antes da finalização.
Outra função para as garrafas é a fabricação de tijolos. Combinação individual de Pet com cimento (figura em baixo). Optou-se pelas de 600 ml por serem mais compactas e resistentes. Embutindo três garrafas, monta-se um monobloco plástico que foi envolvido por uma camada de um centímetro e meio de cimento, dentro de uma forma de madeira. Revelou-se um tijolo de paredes lisas, com saliências e reentrância laterais para encaixe de outros tijolos (dispensa cimento nas ligas) e basta uma camada leve de argamassa para deixar a parede em condições de receber a pintura final.. Não pode porem ser empregue como bloco estrutural. Também não sofre nenhuma dilatação no interior do tijolo mesmo quando este é colocado à prova com maçarico a 75º, temperatura limite para despolimerização da resina. O sol não consegue propagar o calor através da parede, nem o som.
No fim de vida útil de cada habitação o betão pode ser reciclado tendo uso para betões secundários ou bases de auto-estradas etç. As garrafas Pet são totalmente recicláveis, mesmo a barreira contra o oxigénio pode ser separada do Pet até cerca de 89%. Os 11% restantes são facilmente dissolvidos no Pet em processo normal de reciclagem, podendo ser reutilizado em embalagens, produtos têxteis e na construção civil.
O método de reciclagem permite transformar plásticos em tijolos resistentes. O que consegue gerar residências resistentes ao fogo e com boa durabilidade. A máquina inventada por Gimenes, desenvolvida a partir de experimentos Belgas, permite reaproveitar integralmente todo o tipo de plásticos. Moí o plástico, que é prensado e vira matéria-prima para a fabricação de tijolos e barras de plástico duro. A seguir basta juntar as unidades como brinquedos de montar gigantes. As paredes são duplas com caixa-de-ar no meio. As paredes permitem a colocação de azulejos. A durabilidade é a maior vantagem já que o plástico dura muito tempo. Nas coberturas é possível a criação de hortas de hidroponia utilizando a água da chuva, que realimentaria o sistema. Garantindo a alimentação para os moradores e resfriaria as casas diminuindo problemas em caso de cheias.
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